Iniciativas e protestos à parte julga-se pertinente reflectirmos, mesmo que superficialmente apenas, sobre a realidade que tal atitude generalizada tem motivado.
A dificuldade sentida por muitos dos nossos pais na sua juventude para gerar bases a um futuro melhor levou a que o seu principal objectivo se centrasse no crescimento académico dos filhos.
Cientes das limitações da altura, e combatendo um futuro idêntico para a sua sucessão, foi seu propósito firme qualificar a descendência para um acesso mais capaz ao mercado de trabalho.
Sucede que a presente realidade nos oferece algo bem diferente.
A geração mais bem preparada de sempre, com índices de competência e valia reconhecidos, esbarra num cenário de indefinição profissional onde a precariedade laboral e social se evidencia.
Estágios, bolsas, recibos verdes, salários baixos e desemprego são os desfechos mais frequentes.
Acresce ainda que esta mesma geração, sentindo na pele esse mesmo infeliz acontecimento, não encontra no meio que a rodeia esperanças para um futuro promissor.
Mais!
Não se concebendo uma realidade avessa aos partidos políticos e demais entidades, sindicais, desportivas, associativas, entre outras, se constata as mesmas orientações e rostos do passado que poucas garantias conferem, não se excluindo deste rol os fazedores de opinião de sempre.
Assim, deve imperar uma Postura de luta pela validade dos Propósitos, uma Posição firmeza na realidade a Propor, um Poder de união por um futuro mais Promissor...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal.
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