Na manifestação ocorrida no passado sábado foi-nos possível constatar uma nova realidade que, para o bem de todos, exige cuidada reflexão.
Em tal acto público foi-nos possível verificar a expressão cívica de muitos anónimos que desde há muito se sentiam ou mesmo optavam por estar alheados do exercício de cidadania e que em tal acontecimento, decorrente de um esgotamento social, decidiram evidenciar o seu desagrado.
Um facto desta envergadura, fundado numa discordância veemente com o actual governo e seu primeiro ministro, não se resume apenas a essa motivação limitada.
Tamanha exaustão da sociedade, expressa numa união de propósitos e destinatários políticos, encerra igualmente um enfartamento dirigido não apenas a esse grupo de pessoas mas a todo um rol de realidades que agora tentam sacudir tal responsabilidade.
Não são apenas responsáveis pelo presente estado de coisas o governo mas todos os actores políticos que se revelam desconhecedores e distantes da realidade comum e efectiva.
Não são apenas responsáveis pelo presente estado de coisas os agentes políticos mas também uma comunicação social e opinion makers que agem como que fossem grupo intocável e imaculado.
Não são apenas responsáveis pelo presente estado de coisas os partidos políticos e os média mas igualmente a sociedade actual que opta de modo consideravelmente expressivo pelo alheamento e abstenção cívica.
Assim, cremos ser um imperativo nacional o envolvimento interessado e consequente de todos, encontrando-se a Geração 3 Pês disponível para acolher neste fórum ideias e contributos, firmando assim um compromisso distinto de defesa da sociedade nacional e seu futuro...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Mais do mesmo...
Assistimos ao início da noite de hoje a uma declaração do senhor primeiro ministro que em nada nos surpreende, apesar do alarido que provocou.
Todos sabemos ter um ainda chefe do governo completamente alheado das carências reais dos portugueses que se arroga como o seu mais digno representante.
Todos sabemos ter um ainda chefe de governo que sustenta na falsidade o seu argumentário político com uma naturalidade sem igual.
Todos sabemos ter um ainda chefe de governo que se sente com legitimidade para brincar com o futuro do país e com os cidadãos que mais não sabem como viver.
Perante tal não poderemos ficar indiferentes...
Não cremos que este primeiro ministro e seu governo revelem sentido de estado e consciência do pulsar social que se vive, pelo que mais do que nunca se torna imperativo um Pano Preto de Protesto...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
Todos sabemos ter um ainda chefe do governo completamente alheado das carências reais dos portugueses que se arroga como o seu mais digno representante.
Todos sabemos ter um ainda chefe de governo que sustenta na falsidade o seu argumentário político com uma naturalidade sem igual.
Todos sabemos ter um ainda chefe de governo que se sente com legitimidade para brincar com o futuro do país e com os cidadãos que mais não sabem como viver.
Perante tal não poderemos ficar indiferentes...
Não cremos que este primeiro ministro e seu governo revelem sentido de estado e consciência do pulsar social que se vive, pelo que mais do que nunca se torna imperativo um Pano Preto de Protesto...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
domingo, 13 de março de 2011
A mentira levou a uma Nação em Protesto...
Na manifestação deste fim de semana, com a adesão expressiva de mais de 300 mil nas ruas, tivemos uma pequena amostra da insustentável condição de grande parte dos portugueses.
Ficou claro que este protesto, de enorme amplitude, não se refere a uma geração apenas, mas a toda uma nação que se manifestou de modo categórico após muitos anos de silencioso sofrimento.
No entanto, apesar dos longos anos de sujeição paciente e resignação, não creio ter sido esse o factor que os motivou a sair à rua e assumir tal expressão.
A diversidade de propósitos, alguns tão díspares e particulares, não estabeleciam o nexo motivacional para todos se juntarem a uma só voz.
Contudo, tal demonstração pública, que todos pudemos ver, ouvir e sentir, tem que ter um fundamento muito forte que permita uma associação tão expressiva mesmo que desigual.
A conclusão a que se chega é que apenas um factor particular e à primeira vista insignificante pode unir toda uma nação.
Neste caso, uma pessoa e seu pares, que de modo arrogante, sobrenceiro e vergonhoso, dia após dia, brincam e mentem às pessoas de modo pouco concebível e aceitável.
Assim, torna-se imperativo não ficarmos por aqui, pois perante tal atitude reprovável de um Governo liderado por uma pessoa desta índole não podemos ficar indiferentes.
Mais do que nunca, para que se generalize a vontade de mudança, se torna necessário um Pano Preto de Protesto nas casas, nos carros, na sociedade...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
Ficou claro que este protesto, de enorme amplitude, não se refere a uma geração apenas, mas a toda uma nação que se manifestou de modo categórico após muitos anos de silencioso sofrimento.
No entanto, apesar dos longos anos de sujeição paciente e resignação, não creio ter sido esse o factor que os motivou a sair à rua e assumir tal expressão.
A diversidade de propósitos, alguns tão díspares e particulares, não estabeleciam o nexo motivacional para todos se juntarem a uma só voz.
Contudo, tal demonstração pública, que todos pudemos ver, ouvir e sentir, tem que ter um fundamento muito forte que permita uma associação tão expressiva mesmo que desigual.
A conclusão a que se chega é que apenas um factor particular e à primeira vista insignificante pode unir toda uma nação.
Neste caso, uma pessoa e seu pares, que de modo arrogante, sobrenceiro e vergonhoso, dia após dia, brincam e mentem às pessoas de modo pouco concebível e aceitável.
Assim, torna-se imperativo não ficarmos por aqui, pois perante tal atitude reprovável de um Governo liderado por uma pessoa desta índole não podemos ficar indiferentes.
Mais do que nunca, para que se generalize a vontade de mudança, se torna necessário um Pano Preto de Protesto nas casas, nos carros, na sociedade...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Após o discuso do Presidente...
Factos há, em consequência do discurso de Tomada de Posse do Presidente da República, que provocam enorme preocupação e revelam necessidade de reflexão.
Entende-se que o PS não tenha ficado agradado com tal discurso, como manifestou de seguida o seu líder da bancada parlamentar, mas será de bom tom o atraso do Primeiro Ministro ao preceito protocolar de cumprimentos ao Presidente empossado?
Entende-se que não se concorde com o método ou palavras do Presidente da República na sua intervenção, mas é concebível que um partido com assento parlamentar e deputados de outros partidos recusem abertamente não o cumprimentar no momento institucional destinado a esse efeito?
Entende-se que hajam proximidades ou divergências de fundo entre certos actores e partidos com o Presidente da República, mas deve o real e efectivo diagnóstico ontem apresentado ser aproveitado deste modo claramente oportunista?
Entende-se que o PSD não pretenda falar demasiado em crise politica, pelo receio estratégico de a consumar, mas pode-se ficar indiferente às palavras do líder do principal partido da oposição quando diz que o Governo continua a ter condições para governar?
Não cremos que os agentes políticos revelem sentido de estado e consciência do pulsar social que se vive, pelo que mais do que nunca se torna imperativo um Pano Preto de Protesto...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
Entende-se que o PS não tenha ficado agradado com tal discurso, como manifestou de seguida o seu líder da bancada parlamentar, mas será de bom tom o atraso do Primeiro Ministro ao preceito protocolar de cumprimentos ao Presidente empossado?
Entende-se que não se concorde com o método ou palavras do Presidente da República na sua intervenção, mas é concebível que um partido com assento parlamentar e deputados de outros partidos recusem abertamente não o cumprimentar no momento institucional destinado a esse efeito?
Entende-se que hajam proximidades ou divergências de fundo entre certos actores e partidos com o Presidente da República, mas deve o real e efectivo diagnóstico ontem apresentado ser aproveitado deste modo claramente oportunista?
Entende-se que o PSD não pretenda falar demasiado em crise politica, pelo receio estratégico de a consumar, mas pode-se ficar indiferente às palavras do líder do principal partido da oposição quando diz que o Governo continua a ter condições para governar?
Não cremos que os agentes políticos revelem sentido de estado e consciência do pulsar social que se vive, pelo que mais do que nunca se torna imperativo um Pano Preto de Protesto...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal...
Geração P em estudo pelo Sapo...
"Geração 'à rasca', precária, 'presa'...
Chamámos-lhe simbolicamente 'Geração P' e fomos tentar defini-la.
O sociólogo e investigador do ISCTE, Nuno de Almeida Alves, ajudou a caracterizá-la."
Consulte em:
http://noticias.sapo.pt/especial/geracaop/geracao/index.html
Chamámos-lhe simbolicamente 'Geração P' e fomos tentar defini-la.
O sociólogo e investigador do ISCTE, Nuno de Almeida Alves, ajudou a caracterizá-la."
Consulte em:
http://noticias.sapo.pt/especial/geracaop/geracao/index.html
quarta-feira, 9 de março de 2011
O Discurso do Presidente...
O discurso de Tomada de Posse do Presidente da República fica necessariamente marcado por um apelo patente e expressivo ao "sobressalto cívico" dos portugueses, particularmente dos jovens.
A sua análise clara e incisiva, com um rol de recados de fácil compreensão deixados à classe política da qual também é parte integrante há longos anos, revela um manifesto distanciamento dos partidos e seus quadros relativamente ao comum cidadão.
É evidente aos olhos das pessoas que "muitos dos nossos agentes políticos não conhecem o país real, só conhecem um país virtual e mediático".
É real que na vivência social e política quotidiana raras são as escolhas "pautadas exclusivamente por critérios de mérito", revelando-se outros factores como determinantes para a nomeação, promoção ou decisão.
É imperioso que os portugueses não sejam "uma estatística abstracta" e que a pessoa humana esteja "no centro da acção política".
No entanto, não decorre do discurso de Tomada de Posse uma visão clara de futuro, uma alternativa à práxis actual, um outro rumo a seguir, apesar do correcto diagnóstico efectuado.
O mais alto representante do estado não pode, após preocupante e exaustiva avaliação, alhear-se das suas responsabilidades e limitar-se a apelar a um "sobressalto cívico" já sentido na comunidade.
Os jovens e a sociedade em geral estão a fazer a sua parte mas o Presidente da República tem, decididamente, que assumir as suas responsabilidades, propósitos e convicções, fazendo o que lhe compete com vista a uma solução equilibrada, madura e capaz que todos buscamos...
... pelo superior interesse das Pessoas, do País, de Portugal...
A sua análise clara e incisiva, com um rol de recados de fácil compreensão deixados à classe política da qual também é parte integrante há longos anos, revela um manifesto distanciamento dos partidos e seus quadros relativamente ao comum cidadão.
É evidente aos olhos das pessoas que "muitos dos nossos agentes políticos não conhecem o país real, só conhecem um país virtual e mediático".
É real que na vivência social e política quotidiana raras são as escolhas "pautadas exclusivamente por critérios de mérito", revelando-se outros factores como determinantes para a nomeação, promoção ou decisão.
É imperioso que os portugueses não sejam "uma estatística abstracta" e que a pessoa humana esteja "no centro da acção política".
No entanto, não decorre do discurso de Tomada de Posse uma visão clara de futuro, uma alternativa à práxis actual, um outro rumo a seguir, apesar do correcto diagnóstico efectuado.
O mais alto representante do estado não pode, após preocupante e exaustiva avaliação, alhear-se das suas responsabilidades e limitar-se a apelar a um "sobressalto cívico" já sentido na comunidade.
Os jovens e a sociedade em geral estão a fazer a sua parte mas o Presidente da República tem, decididamente, que assumir as suas responsabilidades, propósitos e convicções, fazendo o que lhe compete com vista a uma solução equilibrada, madura e capaz que todos buscamos...
... pelo superior interesse das Pessoas, do País, de Portugal...
segunda-feira, 7 de março de 2011
Camaradas pá, a ver se nos entendemos…
Depois do episódio caricato de vitória dos “Homens da Luta” no Festival da Canção 2011 e do chorrilho de entrevistas dadas pelas personagens, algo há a reflectir e manifestar.
Não podemos dissociar este triunfo de um pulsar popular de enfartamento social da realidade que a envolve, apesar da máquina de marketing e de conveniências que os incita, mas, camaradas pá, para tudo há limites!
Não é vontade da maioria, apesar da revolta e do desagrado que se sente, cessar a democracia ou colocar de parte os partidos e os seus quadros, até porque a alternativa se revelaria bem pior, mas sinalizar esses mesmos responsáveis para o seu objectivo único e superior: trabalhar em prol do bem-estar do povo que os elege…
Este é um momento de reacção, de combate, de luta, pelo alheamento de eleitos relativamente às carências da população portuguesa que os elege, mas anarquia e até ditadura são cenários descabidos que apenas a alguns convém.
Vamos, assim, ser honestos e patriotas…
… pelas Pessoas, pelo País, por Portugal…
Não podemos dissociar este triunfo de um pulsar popular de enfartamento social da realidade que a envolve, apesar da máquina de marketing e de conveniências que os incita, mas, camaradas pá, para tudo há limites!
Não é vontade da maioria, apesar da revolta e do desagrado que se sente, cessar a democracia ou colocar de parte os partidos e os seus quadros, até porque a alternativa se revelaria bem pior, mas sinalizar esses mesmos responsáveis para o seu objectivo único e superior: trabalhar em prol do bem-estar do povo que os elege…
Este é um momento de reacção, de combate, de luta, pelo alheamento de eleitos relativamente às carências da população portuguesa que os elege, mas anarquia e até ditadura são cenários descabidos que apenas a alguns convém.
Vamos, assim, ser honestos e patriotas…
… pelas Pessoas, pelo País, por Portugal…
quarta-feira, 2 de março de 2011
Reflexão PPP
Iniciativas e protestos à parte julga-se pertinente reflectirmos, mesmo que superficialmente apenas, sobre a realidade que tal atitude generalizada tem motivado.
A dificuldade sentida por muitos dos nossos pais na sua juventude para gerar bases a um futuro melhor levou a que o seu principal objectivo se centrasse no crescimento académico dos filhos.
Cientes das limitações da altura, e combatendo um futuro idêntico para a sua sucessão, foi seu propósito firme qualificar a descendência para um acesso mais capaz ao mercado de trabalho.
Sucede que a presente realidade nos oferece algo bem diferente.
A geração mais bem preparada de sempre, com índices de competência e valia reconhecidos, esbarra num cenário de indefinição profissional onde a precariedade laboral e social se evidencia.
Estágios, bolsas, recibos verdes, salários baixos e desemprego são os desfechos mais frequentes.
Acresce ainda que esta mesma geração, sentindo na pele esse mesmo infeliz acontecimento, não encontra no meio que a rodeia esperanças para um futuro promissor.
Mais!
Não se concebendo uma realidade avessa aos partidos políticos e demais entidades, sindicais, desportivas, associativas, entre outras, se constata as mesmas orientações e rostos do passado que poucas garantias conferem, não se excluindo deste rol os fazedores de opinião de sempre.
Assim, deve imperar uma Postura de luta pela validade dos Propósitos, uma Posição firmeza na realidade a Propor, um Poder de união por um futuro mais Promissor...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal.
A dificuldade sentida por muitos dos nossos pais na sua juventude para gerar bases a um futuro melhor levou a que o seu principal objectivo se centrasse no crescimento académico dos filhos.
Cientes das limitações da altura, e combatendo um futuro idêntico para a sua sucessão, foi seu propósito firme qualificar a descendência para um acesso mais capaz ao mercado de trabalho.
Sucede que a presente realidade nos oferece algo bem diferente.
A geração mais bem preparada de sempre, com índices de competência e valia reconhecidos, esbarra num cenário de indefinição profissional onde a precariedade laboral e social se evidencia.
Estágios, bolsas, recibos verdes, salários baixos e desemprego são os desfechos mais frequentes.
Acresce ainda que esta mesma geração, sentindo na pele esse mesmo infeliz acontecimento, não encontra no meio que a rodeia esperanças para um futuro promissor.
Mais!
Não se concebendo uma realidade avessa aos partidos políticos e demais entidades, sindicais, desportivas, associativas, entre outras, se constata as mesmas orientações e rostos do passado que poucas garantias conferem, não se excluindo deste rol os fazedores de opinião de sempre.
Assim, deve imperar uma Postura de luta pela validade dos Propósitos, uma Posição firmeza na realidade a Propor, um Poder de união por um futuro mais Promissor...
... pelas Pessoas, pelo País, por Portugal.
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