Depois do episódio caricato de vitória dos “Homens da Luta” no Festival da Canção 2011 e do chorrilho de entrevistas dadas pelas personagens, algo há a reflectir e manifestar.
Não podemos dissociar este triunfo de um pulsar popular de enfartamento social da realidade que a envolve, apesar da máquina de marketing e de conveniências que os incita, mas, camaradas pá, para tudo há limites!
Não é vontade da maioria, apesar da revolta e do desagrado que se sente, cessar a democracia ou colocar de parte os partidos e os seus quadros, até porque a alternativa se revelaria bem pior, mas sinalizar esses mesmos responsáveis para o seu objectivo único e superior: trabalhar em prol do bem-estar do povo que os elege…
Este é um momento de reacção, de combate, de luta, pelo alheamento de eleitos relativamente às carências da população portuguesa que os elege, mas anarquia e até ditadura são cenários descabidos que apenas a alguns convém.
Vamos, assim, ser honestos e patriotas…
… pelas Pessoas, pelo País, por Portugal…
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